Sua empresa está pronta para oferecer viagem como benefício? Confira o checklist

A ideia entrou na pauta do RH: incluir viagem como benefício corporativo. O time gostou, a liderança demonstrou interesse e alguém já começou a imaginar as próximas férias. Ótimo sinal. Só que, antes de contratar, vale responder algumas perguntas menos empolgantes que escolher um destino, porém bastante importantes para que o benefício realmente funcione.

Existe orçamento? O formato combina com o perfil dos colaboradores? A empresa quer fortalecer retenção, employer branding, bem-estar ou todas essas frentes? Quem vai administrar o benefício depois que ele estiver no ar?

Essas respostas ajudam a evitar dois problemas comuns. O primeiro é contratar uma vantagem que parece ótima na apresentação, mas encontra pouca adesão. O segundo é criar mais trabalho para o RH justamente quando a intenção era simplificar a gestão.

Por isso, preparamos um checklist para avaliar se sua empresa está pronta para oferecer viagens a lazer como benefício, considerando orçamento, perfil do time, objetivos de RH, operação, comunicação, indicadores e escolha do fornecedor.

Checklist: sua empresa está pronta para oferecer viagem como benefício?

Antes de entrar em cada ponto, vale fazer uma leitura rápida da situação atual.

O que avaliarSinal de que a empresa está pronta
OrçamentoExiste uma verba definida ou uma faixa de investimento possível
Perfil dos colaboradoresO RH conhece interesses, necessidades e hábitos do time
ObjetivoA empresa sabe o que espera fortalecer com o benefício
OperaçãoEstá claro quem administra e acompanha a solução
FornecedorHá critérios definidos para comparar plataformas
ComunicaçãoExiste um plano para apresentar e incentivar o benefício
IndicadoresO RH sabe quais dados acompanhar depois do lançamento

Se algumas respostas ainda estiverem em aberto, tudo bem. O checklist serve justamente para localizar esses pontos antes que eles apareçam no meio da implementação.

1. Existe orçamento disponível para o benefício de viagem?

A primeira pergunta precisa passar pelo financeiro.

Isso não significa que o benefício tenha de consumir uma grande fatia do orçamento de RH. Significa que a empresa precisa entender quanto pode investir, como esse custo será calculado e se haverá previsibilidade ao longo do contrato.

Na avaliação dos fornecedores, observe questões como mensalidade, modelo de contratação, quantidade de colaboradores contemplados, possíveis taxas adicionais e o que já está incluído no serviço.

Também vale considerar um custo menos evidente: a operação.

Imagine que o RH precise controlar cadastros manualmente, responder dúvidas sobre passagem, acompanhar reservas, organizar pagamentos e consolidar informações em diferentes planilhas. Mesmo que a contratação pareça barata, o processo pode sair caro em horas de trabalho.

Por isso, o orçamento deveria considerar tanto o valor do benefício quanto o esforço necessário para administrá-lo.

No caso da Onhappy, a contratação é estruturada de acordo com o porte da empresa e inclui recursos voltados à gestão do benefício, enquanto os colaboradores acessam condições exclusivas para passagens aéreas e hospedagens. A plataforma também oferece um painel administrativo para acompanhamento da adesão e utilização. Sem taxas extras ou outras imprevisibilidades. 

2. O benefício combina com o perfil dos seus colaboradores?

Uma empresa pode ter 200 colaboradores e 200 ideias diferentes de férias perfeitas. Ainda bem.

O benefício de viagem funciona melhor justamente quando existe liberdade para cada pessoa adaptar a experiência à própria realidade. Uma pessoa pode querer comprar uma passagem para visitar a família. Outra prefere aproveitar um feriado em uma cidade próxima. Há quem planeje as férias internacionais com meses de antecedência e quem só queira encontrar um hotel para descansar durante um fim de semana.

Por isso, o RH não precisa descobrir qual é o destino favorito do escritório. Precisa entender se viajar, descansar e ter acesso a experiências de lazer fazem sentido para aquele público.

Pesquisas internas de benefícios, eNPS, conversas com colaboradores e dados de adesão a vantagens já existentes podem ajudar nessa leitura.

Também observe características do próprio quadro de funcionários. Uma empresa com colaboradores distribuídos por diferentes regiões, por exemplo, pode encontrar valor adicional em um benefício que facilite viagens para visitar familiares.

E existe uma pergunta simples que costuma ajudar bastante:

Se esse benefício estivesse disponível hoje, as pessoas saberiam como aproveitá-lo?

Se a resposta for sim, há um bom sinal de aderência.

3. Qual é o objetivo da empresa ao oferecer viagem como benefício?

Aqui começa a parte estratégica.

Colocar mais uma opção no pacote de benefícios, sem saber por que ela está ali, tende a produzir pouca informação para decisões futuras. Já quando existe um objetivo claro, fica muito mais fácil escolher fornecedor, comunicação e indicadores.

Retenção e atração de talentos

Um benefício de viagem pode ajudar a diferenciar a proposta de valor da empresa, principalmente em mercados nos quais os pacotes oferecidos pelos empregadores começam a ficar parecidos.

Durante um processo seletivo, benefícios ligados a lazer, autonomia e qualidade de vida ajudam a mostrar como a empresa pensa a experiência do colaborador além dos itens obrigatórios ou mais tradicionais.

Isso não transforma uma passagem aérea em uma solução mágica para turnover, claro. Retenção depende de remuneração, liderança, desenvolvimento, ambiente, cultura e várias outras decisões. O benefício entra como parte dessa experiência.

Employer branding

Há benefícios que quase desaparecem depois do onboarding. O colaborador sabe que eles existem, mas raramente conversa sobre eles.

Viagens têm uma característica diferente: geram experiências que podem ser lembradas e compartilhadas.

Quando alguém consegue aproveitar melhor as férias, viajar com a família ou finalmente visitar um destino que estava adiando, existe uma experiência concreta associada ao pacote oferecido pela empresa.

Essa percepção pode contribuir para uma marca empregadora mais atrativa e para a valorização do conjunto de benefícios.

Bem-estar e qualidade de vida

Outro objetivo bastante coerente é incentivar momentos de descanso e lazer.

Nesse caso, a empresa precisa conectar o benefício às demais políticas de bem-estar. Férias efetivamente tiradas, respeito aos períodos de descanso e uma cultura que permita desconectar continuam importando.

O benefício de viagem entra para facilitar o acesso a esse momento.

Reconhecimento e premiação

Viagens também podem fazer parte de estratégias de reconhecimento, premiações e campanhas internas.

A Onhappy, por exemplo, conta com soluções voltadas tanto ao benefício contínuo de viagens a lazer quanto a premiações por meio de vouchers de viagem.

São aplicações diferentes e vale definir qual delas atende melhor ao objetivo do RH.

4. A empresa sabe diferenciar viagem a lazer de viagem a trabalho?

Esse ponto merece atenção porque os dois assuntos costumam aparecer próximos, embora tenham finalidades completamente diferentes.

Uma viagem corporativa acontece porque existe uma atividade profissional: reunião, evento, treinamento, visita a cliente ou qualquer outro compromisso relacionado ao trabalho.

Já o benefício de viagem a lazer existe para a vida pessoal do colaborador. São férias, feriados, finais de semana, visitas à família e outros momentos em que a pessoa escolhe para onde ir, quando viajar e com quem aproveitar.

No caso da Onhappy, é esse segundo universo que interessa. A solução é voltada às viagens a lazer dos colaboradores. Na plataforma, o usuário pode pesquisar passagens aéreas e hospedagens e organizar sua própria viagem.

Essa separação ajuda o RH a posicionar corretamente o benefício e evita expectativas erradas desde o lançamento.

5. O fornecedor simplifica a rotina do RH?

Chegamos a um dos pontos mais importantes do checklist.

O benefício pode ser desejado pelo colaborador e ainda assim ser ruim para quem administra. Basta a plataforma exigir processos paralelos, controles manuais e uma pequena peregrinação entre planilhas.

Por isso, escolher o fornecedor significa avaliar tanto a experiência de quem viaja quanto a experiência de quem gerencia.

O que avaliar em um fornecedor de benefício de viagem

CritérioO que o RH deveria verificar
Facilidade de usoSe o colaborador consegue pesquisar e reservar sem depender do RH
Passagens e hospedagensQuais produtos podem ser encontrados na plataforma
Condições comerciaisSe existem tarifas e descontos exclusivos
PagamentoQuais opções estão disponíveis para o colaborador
AtendimentoQuem ajuda o viajante caso tenha dúvidas ou problemas
GestãoSe o RH possui dashboard e relatórios
SegurançaComo dados e acessos são tratados
ComunicaçãoSe existem materiais para apoiar o lançamento do benefício
EscalabilidadeSe a solução acompanha o crescimento da empresa

Essa análise também ajuda a enxergar uma diferença importante entre simplesmente negociar descontos e oferecer um benefício corporativo estruturado.

Na Onhappy, o colaborador encontra passagens aéreas e hospedagens, pode escolher destino, data e companhia para a viagem e conta com suporte especializado 24 horas. Para o RH, há dashboard administrativo com indicadores de ativação e uso, além de recursos para administrar os cadastros.

A autonomia é relevante porque tira o RH do papel de agência de viagem improvisada. O departamento oferece o benefício, acompanha sua utilização e deixa o planejamento do lazer com quem realmente vai viajar.

6. A empresa sabe como medir a adesão ao benefício?

Contratou, comunicou e pronto?

Ainda falta uma etapa.

O RH precisa descobrir se o benefício saiu da apresentação de boas-vindas e entrou de fato na rotina dos colaboradores.

Alguns indicadores ajudam:

  • Taxa de ativação;
  • Quantidade de colaboradores utilizando a plataforma;
  • Recorrência de uso;
  • Economia obtida pelos usuários;
  • Avaliação dos colaboradores;
  • Procura pelo benefício em pesquisas internas.

A leitura fica ainda mais interessante quando esses dados são analisados junto a indicadores maiores de experiência do colaborador, como satisfação com benefícios, eNPS, retenção e percepção da marca empregadora.

Aqui vale uma cautela. Se o turnover caiu depois da implementação, não significa automaticamente que o benefício causou essa redução. A gestão de pessoas raramente oferece relações de causa e efeito tão educadas assim.

O melhor caminho é acompanhar diferentes indicadores e entender como o benefício participa do conjunto.

A Onhappy disponibiliza ao RH um dashboard com informações relacionadas a adesão, utilização e economia gerada, facilitando esse acompanhamento.

7. Existe um plano para apresentar o benefício aos colaboradores?

Um bom benefício pode ter uma estreia bem ruim.

Às vezes, o motivo é simples: o colaborador recebe um e-mail, pensa “vejo depois” e nunca mais lembra que aquilo existe.

Por isso, a implementação precisa incluir comunicação.

O lançamento deveria explicar de maneira bastante clara o que é o benefício, quem pode utilizar, como acessar a plataforma, que tipos de viagem podem ser reservados, como funciona o pagamento e onde buscar suporte.

Depois, entram os lembretes.

Férias coletivas, feriados prolongados, períodos de planejamento das férias e datas próximas ao pagamento do 13º salário podem abrir boas oportunidades para retomar a comunicação sem transformar o benefício naquele e-mail mensal que todo mundo aprendeu a ignorar.

A Onhappy também disponibiliza materiais de comunicação para ajudar as empresas a estimular ativação e engajamento, reduzindo essa demanda para o RH.

Afinal, sua empresa está pronta para oferecer viagem como benefício?

Agora vale voltar ao checklist com um pouco mais de contexto.

PerguntaSimAinda precisamos resolver
Temos orçamento definido para o benefício?☐☐
Sabemos quantos colaboradores terão acesso?☐☐
Conhecemos o perfil e os interesses do time?☐☐
Definimos o objetivo estratégico da contratação?☐☐
Conseguimos diferenciar claramente lazer de viagem a trabalho?☐☐
Escolhemos os critérios para avaliar fornecedores?☐☐
Sabemos como o benefício será comunicado?☐☐
Temos indicadores para acompanhar a adesão e utilização?☐☐

Se orçamento, objetivo e perfil dos colaboradores ainda estiverem completamente indefinidos, vale resolver esses três pontos antes da contratação.

Agora, se a empresa já sabe por que quer oferecer o benefício, para quem ele será disponibilizado e quanto pretende investir, a conversa com fornecedores tende a ser muito mais produtiva.

Vantagens da Onhappy para a empresa e para o colaborador

É justamente nessa etapa que a Onhappy entra.

Para a empresa, a proposta é transformar viagens a lazer em um benefício corporativo administrável, com plataforma, acompanhamento de dados, suporte e estrutura de contratação compatível com diferentes portes de organização. Para quem trabalha no RH, isso evita ter de criar toda a operação internamente.

Para o colaborador, a experiência acontece do outro lado da mesma plataforma: ele pode procurar passagem aérea e hospedagem com condições exclusivas, organizar a própria viagem, escolher destino, datas e companhias e contar com suporte quando precisar.

A diferença pode ser resumida assim:

Para a empresaPara o colaborador
Benefício diferente para compor a proposta de valorMais facilidade para planejar viagens a lazer
Gestão centralizadaAutonomia para escolher destino e datas
Acompanhamento de adesãoCondições exclusivas em passagem e hospedagem
Previsibilidade de contrataçãoOpções facilitadas de pagamento
Apoio ao employer brandingBenefício conectado ao lazer e à qualidade de vida
Menos processos manuais para o RHSuporte especializado durante a jornada

Isso também ajuda a explicar a vantagem de ter a Onhappy como benefício: a empresa consegue oferecer algo desejado pelo time sem precisar administrar individualmente cada viagem.

E se você é colaborador e quer esse benefício na sua empresa?

Talvez você tenha chegado até aqui do outro lado da mesa.

Nesse caso, vale levar o assunto ao RH com argumentos que vão além de “eu quero viajar mais”, embora seja um ótimo começo de conversa.

Mostre que o benefício pode contribuir para o pacote de vantagens da empresa, qualidade de vida, experiência do colaborador e employer branding. Também vale encaminhar a solução para que o RH consiga avaliar investimento e funcionamento.

A própria Onhappy oferece a opção de indicar o RH da empresa, criando um caminho para quem quer sugerir o benefício internamente.

Pronto para colocar viagem no pacote de benefícios?

Se sua empresa chegou ao fim do checklist com orçamento, objetivo e público definidos, o próximo passo é entender qual formato de contratação faz mais sentido.

A Onhappy transforma viagens a lazer em um benefício corporativo simples de oferecer e fácil de usar, com vantagens para o RH e para quem já está escolhendo a próxima passagem.

Conheça os planos da Onhappy e veja como levar o benefício de viagens para seus colaboradores.

Perguntas frequentes sobre viagem como benefício corporativo

O que é um benefício corporativo de viagem?

É uma vantagem oferecida pela empresa para facilitar o acesso dos colaboradores a viagens a lazer. Dependendo da solução contratada, o funcionário pode acessar condições diferenciadas para passagem aérea, hospedagem e outros serviços relacionados à viagem.

Viagem como benefício é a mesma coisa que viagem corporativa?

Não. A viagem corporativa acontece por uma necessidade profissional. O benefício de viagem é voltado ao lazer e ao uso pessoal do colaborador.

Quais são as vantagens para a empresa?

O benefício pode fortalecer a proposta de valor ao colaborador, apoiar ações de employer branding, contribuir para estratégias de atração e retenção e oferecer uma vantagem ligada a bem-estar e qualidade de vida.

Quais são as vantagens para o colaborador?

Entre as principais estão maior facilidade para organizar viagens a lazer, acesso a condições diferenciadas e liberdade para planejar férias, feriados ou outros momentos de descanso de acordo com suas preferências.

Empresas pequenas também podem oferecer benefícios de viagem?

Sim. O mais importante é avaliar o modelo de contratação e buscar uma solução compatível com o número de colaboradores e o orçamento disponível. A Onhappy possui planos organizados conforme o porte da empresa.

Como saber se a empresa está pronta para contratar?

Os principais sinais são orçamento definido, objetivo claro, conhecimento do perfil dos colaboradores, critérios para escolher o fornecedor, plano de comunicação e capacidade de acompanhar a adesão e resultados.

Como levar a Onhappy para a minha empresa?

O RH pode avaliar diretamente a contratação da Onhappy. Se você é colaborador, também pode indicar sua empresa para que o time responsável conheça o benefício.

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