Quando grandes empresas passam a disputar o mesmo espaço e os movimentos de compra e consolidação chegam às manchetes, é sinal de que algo mudou. O mercado de benefícios corporativos vive um desses momentos: deixou de ser uma área de bastidor do RH e virou um dos setores mais observados da economia de pessoas.
Neste artigo, explicamos o que está por trás desse aquecimento, quais mudanças de comportamento e de regra empurram o setor para frente e por que a viagem a lazer, o tempo livre e a experiência ganham cada vez mais lugar nessa conversa.
Neste artigo:
- O que está aquecendo o mercado de benefícios
- Cinco forças por trás da transformação
- O que isso muda para o RH
- Onde a viagem entra
- Como a Onhappy faz parte dessa revolução
Por que o mercado de benefícios está tão aquecido?
O mercado está aquecido porque várias mudanças aconteceram ao mesmo tempo: as pessoas querem escolher o próprio benefício, as regras do setor de alimentação estão sendo atualizadas, a tecnologia permite personalizar e acompanhar o uso, e as empresas buscam formas de reter e engajar o time. Quando essas forças se encontram, o setor atrai investimento, novos modelos e movimentos de consolidação.
Veja as cinco forças principais.
1. A pessoa quer escolher
O benefício padronizado, igual para todo mundo, perdeu espaço para o benefício flexível. Em uma pesquisa de benefícios de 2023, 75% das empresas participantes disseram adotar práticas de benefícios flexíveis, com alta em relação aos anos anteriores (MundoRH, sobre pesquisa da Aon). Em outro levantamento, da MIT Sloan Management Review Brasil com o Unico Skill, mais de 90% dos colaboradores afirmaram desejar modelos flexíveis de benefícios (MundoRH, 2024).
A mensagem é consistente: o mesmo valor investido rende mais quando cada pessoa decide como usar.
2. O benefício influencia a decisão de ficar
O mesmo estudo da MIT SMR Brasil apontou que cerca de 70% dos colaboradores afirmam que os benefícios influenciam fortemente a decisão de permanecer na empresa. Quando benefício vira argumento de retenção, deixa de ser um item de folha de pagamento e entra na estratégia de pessoas.
3. As regras do setor estão sendo atualizadas
Em novembro de 2025, um decreto atualizou as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Entre os pontos: teto para as taxas cobradas dos estabelecimentos, proibição de práticas como deságios e vantagens financeiras não ligadas à alimentação, interoperabilidade entre bandeiras e abertura de arranjos de pagamento de grande escala, com prazos de adaptação de 90, 180 e 360 dias conforme o tema (Fenacon, sobre o Decreto nº 12.712/2025).
Segundo a mesma fonte, o valor do benefício para o trabalhador não muda e o uso continua restrito à alimentação. O efeito para o mercado é outro: mais concorrência, mais transparência e mais espaço para novos formatos de benefício que complementam o básico. Texto consultado em outubro de 2026; confirme a regulamentação vigente com o jurídico ou com o DP.
4. A tecnologia mudou o jogo
Plataformas permitem liberar um benefício em minutos, personalizar a oferta e acompanhar o uso por indicadores. Isso aumenta a cobrança por resultado: o RH quer saber quantas pessoas cadastraram, quantas usaram e quanto tempo levou. Benefício bom é benefício que as pessoas usam, e o dado ajuda a provar.
5. O tempo livre virou assunto de estratégia
Debates sobre jornada, flexibilidade e qualidade de vida entraram de vez na pauta das empresas. Quem quer atrair e manter talentos passou a olhar para além do salário e do básico: olha para o tempo e para a experiência que a pessoa tem fora do trabalho. É aí que o benefício de viagens a lazer ganha espaço.
O que o aquecimento do mercado muda para o RH?
Para o RH, o aquecimento é uma boa notícia: mais opções, mais tecnologia e mais troca de experiências. Também traz uma pergunta nova: como escolher bem? Cinco critérios ajudam.
| Critério | Pergunta para fazer |
|---|---|
| Escolha | A pessoa decide como usar o benefício, ou recebe algo padronizado? |
| Uso | Há dado de cadastro, uso e recorrência para acompanhar? |
| Custo | O custo é previsível e proporcional ao porte da empresa? |
| Implantação | O fornecedor apoia o lançamento, com comunicação e acompanhamento? |
| Valor percebido | O benefício deixa memória e gera conversa no time? |
O último critério costuma ser o mais subestimado. Um benefício que as pessoas lembram e comentam trabalha pela marca empregadora todos os dias, não só no dia em que cai o saldo. Para estruturar a análise, veja o pacote de benefícios equilibrado e os KPIs para gestão de benefícios.
Onde a viagem entra nessa revolução?
A viagem entra como um benefício de experiência: complementa o básico (alimentação, saúde, mobilidade) com algo que as pessoas valorizam e lembram. Ela combina com os três movimentos do mercado: escolha, tempo livre e dado de uso.
- Escolha: cada pessoa decide destino, data e companhia, inclusive família e amigos.
- Tempo livre: o benefício aponta para o descanso. Viagens curtas, de fim de semana ou de feriado, cabem na vida real. Em nossa plataforma, a permanência média nas compras de hotel é de 2,2 noites, o que mostra que a escapada curta já faz parte da rotina de quem viaja com a Onhappy.
- Dado de uso: o RH acompanha adesão e uso por plataforma de gestão e dashboard.
E há um efeito de marca empregadora. Quando o benefício vira conversa de corredor, foto de viagem e história de segunda-feira, a empresa passa a ser lembrada como uma que se preocupa com o descanso. Para entender o impacto do descanso na carreira e na empresa, leia nosso texto sobre como organizar as férias.
Como a Onhappy faz parte dessa revolução?
A Onhappy é a plataforma de benefício corporativo de viagens a lazer da Onfly. Nascemos com uma convicção: tempo livre e viagem fazem parte de uma vida e de uma carreira mais felizes, e o RH pode dar acesso a isso de forma simples e previsível.
Como funciona:
- Para a empresa: mensalidade fixa por faixa de porte, plataforma de gestão, dashboard de acompanhamento, materiais de apoio e, conforme o plano, tutorial de uso, kick-off e relatórios personalizados. Veja os planos.
- Para o colaborador: pesquisa e reserva de passagens aéreas e hospedagens para viagens particulares, com condições exclusivas, escolha de destino, data e companhia, pagamento no cartão de crédito ou por Pix e atendimento 24/7.
- Para o ano inteiro: campanhas como a Happy November, que devolve cashback em saldo para a próxima viagem, e a Premiação, que permite reconhecer metas e aniversários com vouchers de viagem. Para entender como montar uma, veja a campanha de metas com prêmio em viagem.
O modelo é simples de explicar à diretoria: o custo por colaborador é previsível, e o retorno vem do uso. Veja a conta em benefício de viagem cabe no orçamento?.
O que o RH pode fazer agora?
Quatro passos práticos para aproveitar o momento:
- Mapeie o que a sua empresa já oferece. Separe o básico dos benefícios de experiência e veja o que está faltando.
- Pergunte ao time. Uma pesquisa de cinco perguntas mostra o que as pessoas valorizam e quais viagens elas gostariam de fazer.
- Escolha pelo uso, não pelo anúncio. Compare fornecedores por escolha, dado de uso, custo previsível e apoio à implantação.
- Planeje a comunicação. Um benefício só funciona quando as pessoas sabem que ele existe. Use nosso kit para aumentar a adesão de benefícios.
Um mercado em movimento e um convite
O mercado de benefícios está aquecido porque as pessoas pedem escolha, as empresas pedem resultado e as regras abrem espaço para novos formatos. Nesse cenário, o tempo livre e a viagem deixam de ser um luxo e viram parte da estratégia de bem-estar e de marca empregadora.
Quer fazer da viagem parte do pacote de benefícios da sua empresa? Conheça a Onhappy como parte da estratégia de bem-estar e veja os planos.
Perguntas frequentes sobre o mercado de benefícios
Por que o mercado de benefícios está crescendo?
Porque as pessoas querem mais escolha, as empresas buscam reter e engajar o time, a tecnologia facilita a personalização e as regras do setor de alimentação foram atualizadas. A soma desses fatores atrai novos modelos e investimentos.
O que são benefícios flexíveis?
São modelos em que a pessoa escolhe como usar parte do valor investido pela empresa, em vez de receber um benefício padronizado. Pesquisas citadas neste artigo mostram adoção crescente pelas empresas e interesse dos colaboradores.
O que mudou nas regras do vale-refeição e do vale-alimentação?
Um decreto de novembro de 2025 atualizou o PAT, com teto de taxas, restrições a certas vantagens financeiras, interoperabilidade entre bandeiras e abertura de arranjos de pagamento, com prazos de adaptação. Segundo a fonte consultada, o valor do benefício para o trabalhador não muda. Confirme os detalhes atuais com o jurídico ou com o DP.
O benefício de viagem substitui os benefícios básicos?
Não. Ele complementa o básico com um benefício de experiência. Veja como equilibrar as opções no nosso guia de pacote de benefícios.
Como a Onhappy se encaixa no pacote de benefícios?
A Onhappy é um benefício de viagens a lazer: a empresa contrata uma mensalidade fixa por faixa de porte, e o colaborador reserva passagens e hospedagens com condições exclusivas, escolhendo destino, data e companhia.
Como medir se um benefício está funcionando?
Acompanhe cadastro, primeiro uso e recorrência, e compare com a meta. O dashboard de acompanhamento ajuda nesses indicadores. Veja mais em KPIs para gestão de benefícios corporativos.