Vale-viagem e vale-turismo: qual a diferença e quais as vantagens?

Viagens já aparecem nas conversas de RH por um motivo bastante concreto: poucas experiências conseguem reunir descanso, tempo com a família, liberdade de escolha e criação de boas memórias em um único benefício.

Nesse cenário, dois termos costumam surgir lado a lado: vale-viagem e vale-turismo. Em muitas empresas, eles são usados como sinônimos. Porém, quando o RH começa a pesquisar fornecedores, formatos de concessão e regras de utilização, algumas diferenças ficam mais claras.

Enquanto o vale-viagem costuma funcionar como uma categoria ampla de benefício corporativo, o termo vale-turismo também está associado a uma proposta legislativa específica, voltada ao turismo nacional. Essa distinção importa porque influencia a comunicação interna, o desenho do programa e as expectativas sobre possíveis incentivos legais.

O que é vale-viagem?

O vale-viagem é um benefício oferecido pela empresa para facilitar o acesso dos colaboradores a viagens de lazer. Dependendo do modelo adotado, ele pode incluir créditos, descontos, vouchers, subsídios ou acesso a condições exclusivas para reservar passagens e hospedagens.

O formato não é único. Algumas organizações disponibilizam um valor específico para cada pessoa, enquanto outras contratam uma plataforma que oferece preços diferenciados e facilidades de pagamento. Também existem empresas que usam o benefício em campanhas de reconhecimento, premiações ou ações de incentivo.

Essa flexibilidade explica por que o termo ganhou espaço. O vale-viagem pode fazer parte do pacote de benefícios ou ser utilizado em momentos específicos, como aniversário de empresa, alcance de metas, programas de indicação e reconhecimento por tempo de casa.

Para o colaborador, a principal vantagem está na autonomia. Em vez de receber um pacote fechado para determinado destino, ele pode escolher onde ir, em qual data viajar e com quem compartilhar a experiência, conforme as regras do benefício.

O que é vale-turismo?

No mercado de benefícios, vale-turismo também costuma descrever uma verba, um crédito ou uma facilidade destinada a viagens de lazer. Por isso, várias páginas, fornecedores e empresas tratam vale-turismo e vale-viagem como expressões equivalentes.

Entretanto, o nome Vale Turismo também aparece no Projeto de Lei nº 4.537/2021, criado com o objetivo de fomentar o turismo nacional. A proposta prevê um instrumento pessoal e intransferível para contratar serviços turísticos dentro do Brasil, com participação financeira do trabalhador e aporte do empregador.

É importante observar que esse projeto ainda não se transformou em lei. Em julho de 2026, a proposta constava como aguardando a designação de relator na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados. Portanto, as empresas não devem tratar o vale-turismo como uma categoria legal já regulamentada nem presumir benefícios fiscais relacionados ao projeto.

Atualmente, o termo pode ser utilizado comercialmente para se referir a um benefício de viagens, mas o formato, a tributação e as regras precisam ser avaliados de acordo com o modelo contratado e com a política interna da organização.

Vale-viagem e vale-turismo são a mesma coisa?

No uso cotidiano, quase sempre. Os dois nomes são empregados para identificar benefícios corporativos que ajudam o colaborador a viajar durante as férias, feriados ou períodos de descanso.

A principal diferença aparece no contexto em que cada expressão é usada.

AspectoVale-viagemVale-turismo
Uso mais comumNome amplo para benefícios ligados a viagensNome usado comercialmente e também associado a um projeto de lei
DestinosPode incluir viagens nacionais e internacionaisNo projeto de lei, seria exclusivo para turismo nacional
FormatoCréditos, descontos, vouchers, subsídios ou plataforma de viagensDepende do fornecedor; o projeto prevê contribuição do trabalhador e aporte da empresa
Regulamentação específicaNão possui uma legislação própriaO PL 4.537/2021 ainda está em tramitação
Grau de flexibilidadeVaria conforme a política da empresa e a solução escolhidaNo mercado, varia conforme o fornecedor
Uso pelo RHBenefício recorrente, premiação, incentivo ou reconhecimentoBenefício de lazer ou programa voltado ao turismo nacional

A diferença, portanto, não está apenas no nome. Ela depende do desenho do benefício.

Uma empresa pode chamar sua iniciativa de vale-turismo e oferecer créditos para passagens internacionais. Outra pode usar vale-viagem para um programa restrito a destinos brasileiros. Como não existe hoje uma padronização legal para essas ofertas comerciais, as condições do contrato e da política interna são mais importantes do que o rótulo escolhido.

Qual é mais vantajoso para a empresa?

Para a maioria das empresas, investir em benefícios flexíveis, como uma solução de viagens, costuma gerar mais valor do que adotar um formato muito limitado. Quanto maior a liberdade de escolha, maior tende a ser a possibilidade de adesão entre pessoas com diferentes idades, rendas, rotinas familiares e preferências.

Um colaborador pode querer visitar parentes em outro estado. Outro talvez esteja planejando férias internacionais. Há também quem prefira uma viagem curta de fim de semana, sem esperar o período tradicional de férias. Um benefício capaz de atender a esses perfis costuma ser percebido como mais relevante.

Por isso, antes de escolher entre os nomes vale-viagem e vale-turismo, o RH precisa observar questões mais objetivas:

Critério de avaliaçãoO que o RH deve verificar
Liberdade de escolhaSe o colaborador pode definir destino, data e acompanhantes
Serviços disponíveisSe o benefício inclui passagem, hospedagem ou outros itens
Custos para a empresaMensalidade, implantação, aportes, taxas e orçamento por pessoa
Economia para o colaboradorDescontos, condições de pagamento e uso de créditos
Gestão do benefícioRelatórios, acompanhamento de adesão e controle administrativo
AtendimentoCanais disponíveis antes, durante e depois da viagem
Facilidade de usoClareza da plataforma, processo de reserva e visualização do saldo
EscalabilidadeCapacidade de incluir novos colaboradores sem criar uma operação manual

Uma solução de viagens também precisa caber na rotina do RH. Criar internamente um programa com vouchers, fornecedores, aprovações, comprovantes e atendimento pode consumir tempo demais para um benefício que deveria ser simples.

Nesse ponto, plataformas especializadas ganham vantagem. Elas concentram o processo de busca, reserva, pagamento, utilização de créditos e suporte, enquanto a empresa acompanha a adesão e os resultados do programa.

Vantagens do vale-viagem para a empresa

Os benefícios tradicionais continuam necessários, mas já não conseguem, sozinhos, diferenciar uma proposta de valor ao colaborador. Vale-refeição, plano de saúde e auxílio-transporte costumam fazer parte da expectativa básica dos candidatos.

O benefício de viagem ocupa outro espaço. Ele conversa com descanso, lazer, convivência e realização de planos pessoais. Isso amplia o alcance do pacote de benefícios sem obrigar o RH a oferecer uma opção excessivamente específica.

Fortalecimento da marca empregadora

Benefícios aparecem com frequência nas páginas de carreira, nas entrevistas e nas conversas entre profissionais. Uma empresa que oferece condições para viagens a lazer demonstra atenção ao que acontece fora do expediente.

Essa percepção ajuda a construir uma marca empregadora mais conectada com qualidade de vida. Para funcionar, porém, o benefício precisa ser realmente utilizável. Uma boa campanha de lançamento não compensa regras confusas, destinos limitados ou descontos difíceis de encontrar.

Apoio à atração e retenção de talentos

Salário continua pesando na decisão profissional, embora não seja o único fator.A experiência oferecida pela empresa, incluindo flexibilidade, ambiente, reconhecimento e benefícios, também influencia a capacidade de reter talentos. 

Nesse contexto, o vale-viagem pode enriquecer a proposta de valor ao colaborador. Ele adiciona uma vantagem fácil de explicar e associada a objetivos pessoais que costumam ficar meses na planilha: visitar a família, conhecer uma cidade, tirar férias com os filhos ou finalmente emitir aquela passagem adiada várias vezes.

Mais possibilidades de reconhecimento

Viagens também podem ser incorporadas a campanhas internas. A empresa pode disponibilizar créditos em ações de premiação, aniversários, programas de indicação, metas comerciais ou reconhecimento por desempenho.

Esse modelo evita a escolha de um presente genérico para toda a equipe. Cada pessoa decide como usar o valor recebido, o que aumenta a utilidade da recompensa.

Antes de lançar uma campanha, a empresa deve definir critérios claros e validar o tratamento trabalhista, tributário e contábil da premiação. Um benefício permanente e uma recompensa vinculada ao desempenho podem exigir estruturas diferentes.

Gestão mais organizada do benefício

Um programa montado com reembolsos e solicitações por e-mail rapidamente vira uma coleção de planilhas, comprovantes e exceções. Além do trabalho administrativo, esse formato dificulta acompanhar a adesão, saldo e economia gerada.

Ao contratar uma plataforma, o RH passa a contar com uma estrutura preparada para administrar o benefício. A Onhappy, por exemplo, oferece dashboard administrativo com relatórios de adesão, gestão e economia, além de uma interface em que os usuários acompanham créditos e saldo.

Vantagens do vale-viagem para o colaborador

Para o colaborador, um benefício só faz sentido quando pode ser usado sem uma pequena pós-graduação em regulamento interno.

A proposta de viagem costuma ser bem recebida porque se adapta a diferentes momentos da vida. Ela pode ajudar a reduzir o custo de uma passagem, facilitar a reserva de um hotel ou tornar possível uma viagem que ainda não cabia no orçamento.

Economia em passagens e hospedagens

O preço costuma ser uma das principais barreiras para viajar. Por isso, descontos e condições comerciais negociadas têm impacto direto na percepção de valor.

Na Onhappy, os colaboradores têm acesso a ofertas em passagens aéreas e hospedagens. A plataforma também permite pagamento em até 12 vezes no cartão de crédito e via Pix, conforme as condições disponíveis.

Esse modelo permite combinar créditos, descontos e recursos próprios para montar uma viagem adequada ao orçamento de cada pessoa.

Liberdade para escolher como viajar

Um benefício de viagem perde parte do apelo quando restringe excessivamente o destino, a companhia ou o período de uso. Afinal, as pessoas não descansam todas do mesmo jeito.

A Onhappy permite que o colaborador escolha destino, data e quem levar. Dessa forma, o benefício pode ser utilizado em uma viagem individual, em casal, com amigos ou com a família.

Essa autonomia também torna o programa mais inclusivo. O RH evita definir um único padrão de lazer para toda a equipe e entrega uma possibilidade que cada pessoa adapta à própria rotina.

Planejamento mais simples

Pesquisar passagem em uma página, hotel em outra, saldo em uma planilha e regras em um PDF não ajuda ninguém a entrar no clima das férias.

Uma plataforma centralizada reduz essas etapas. Na Onhappy, a jornada reúne busca de destinos, reservas e acompanhamento de créditos em uma única interface. A empresa também informa atendimento 24 horas, todos os dias, com consultores especializados em viagens.

Incentivo ao descanso e à qualidade de vida

A viagem não precisa ser longa nem cara para cumprir seu papel. Alguns dias fora da rotina, uma visita à família ou um fim de semana em outra cidade já podem criar uma pausa relevante.

Por isso, o benefício pode complementar programas de bem-estar. Ele dá uma destinação concreta ao discurso de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, principalmente quando a empresa também respeita férias, folgas e períodos de desconexão.

Vale lembrar que o benefício não substitui uma cultura saudável. Uma passagem com desconto ajuda, porém não corrige jornadas excessivas ou férias interrompidas por mensagens de trabalho. O RH precisa cuidar das duas frentes.

Em quais situações usar vale-viagem ou vale-turismo?

A escolha do formato depende do objetivo da empresa. Alguns exemplos ajudam a organizar a decisão.

Benefício recorrente para toda a equipe

Nesse modelo, todos os colaboradores elegíveis recebem acesso contínuo a uma plataforma de viagens, com descontos, créditos ou condições exclusivas.

É uma opção adequada para empresas que desejam ampliar o pacote de benefícios e reforçar temas como bem-estar, qualidade de vida, atração e retenção.

Crédito em datas especiais

A empresa pode disponibilizar valores em aniversários, casamento, nascimento de filhos, tempo de casa ou outras ocasiões previstas na política interna.

O crédito oferece liberdade de uso e evita que o RH precise escolher presentes para diferentes perfis.

Campanhas de incentivo e reconhecimento

Equipes comerciais, programas de indicação e projetos internos podem utilizar créditos de viagem como recompensa.

Nesse caso, critérios, metas e condições de concessão devem ser documentados com cuidado. Também é recomendável validar o formato com as áreas jurídica, trabalhista e contábil antes da divulgação.

Programa voltado ao turismo nacional

Empresas interessadas em incentivar destinos brasileiros podem criar campanhas ou políticas específicas para o turismo doméstico.

Embora esse formato se aproxime da proposta do Vale Turismo apresentada no PL 4.537/2021, o programa interno da empresa não passa automaticamente a seguir ou receber os incentivos previstos no projeto, já que a medida ainda está em tramitação.

Como implementar um benefício de viagem na empresa?

A implantação pode ser simples, desde que o RH resolva algumas decisões antes do lançamento.

1. Entenda o perfil dos colaboradores

Uma pesquisa curta ajuda a identificar a frequência de viagens, destinos de interesse, principais dificuldades de planejamento e formatos mais valorizados.

Não é necessário transformar o levantamento em um censo turístico. Algumas perguntas bem escolhidas já mostram se a equipe prioriza descontos, créditos, parcelamento, flexibilidade de datas ou viagens em família.

2. Defina o objetivo do benefício

A empresa pretende melhorar o pacote de benefícios, reconhecer resultados, apoiar o descanso ou fortalecer a marca empregadora?

O objetivo orienta o investimento, a comunicação e os indicadores. Um programa de reconhecimento será acompanhado de forma diferente de um benefício permanente disponível a toda a organização.

3. Escolha o modelo de investimento

O benefício pode envolver mensalidade por colaborador, aportes periódicos, créditos em ocasiões específicas ou acesso a uma plataforma com condições especiais.

O RH deve calcular o custo total, e não apenas o valor inicial apresentado pelo fornecedor. Taxas, suporte, implantação e trabalho administrativo também entram na conta.

4. Crie regras fáceis de consultar

A política deve explicar quem pode utilizar o benefício, quais serviços estão disponíveis, como os créditos funcionam, se há prazo de validade e o que acontece em casos de desligamento.

Quanto mais simples for a regra, menor será a demanda sobre o time de Pessoas.

5. Planeje a comunicação interna

O lançamento precisa mostrar situações reais de uso. Em vez de divulgar apenas “agora temos vale-viagem”, vale explicar que o colaborador pode pesquisar uma passagem, reservar hospedagem, acompanhar créditos e organizar uma viagem com familiares ou amigos.

Tutoriais curtos, demonstrações da plataforma e exemplos de economia ajudam a transformar cadastro em utilização.

6. Acompanhe adesão e percepção de valor

Número de cadastros não conta toda a história. O RH também pode acompanhar ativação, frequência de uso, reservas realizadas, economia obtida e satisfação dos colaboradores.

Esses dados ajudam a ajustar a comunicação e a defender a continuidade do investimento.

Como a Onhappy transforma viagens em benefício corporativo?

A Onhappy é um benefício corporativo de viagens a lazer. A empresa escolhe o plano de acordo com o número de colaboradores, disponibiliza o acesso à equipe e acompanha a gestão por meio de um dashboard administrativo. Os usuários ativam o cadastro e passam a ter acesso aos créditos e às condições disponíveis na plataforma.

Para o colaborador, a experiência inclui descontos em passagens aéreas e hospedagens, liberdade para escolher destino, data e acompanhantes, acompanhamento de saldo, facilidades de pagamento e atendimento 24 horas.

Para o RH, a Onhappy evita a necessidade de construir uma operação própria de turismo, negociar separadamente com diversos fornecedores ou administrar cada reserva. A plataforma organiza a jornada e reúne os dados de utilização do benefício.

Esse formato também permite que a empresa ofereça uma vantagem ligada a bem-estar e qualidade de vida sem escolher a viagem pelo colaborador. A organização abre a porta; cada pessoa decide para onde ela leva.

Como pedir o benefício de viagem na sua empresa?

O interesse pelo benefício também pode partir dos colaboradores. Nesse caso, a melhor abordagem é levar ao RH uma sugestão objetiva, sem transformar o pedido em um manifesto de quinze páginas sobre a necessidade urgente de férias em Maceió.

A conversa pode destacar três pontos:

  1. O benefício atende diferentes perfis, pois permite escolher destino, data e companhia.
  2. A contratação de uma plataforma reduz o trabalho administrativo do RH.
  3. A solução pode complementar iniciativas de bem-estar, reconhecimento e qualidade de vida.

Também vale compartilhar o site da Onhappy ou solicitar que o time responsável por benefícios conheça uma demonstração da plataforma.

Quanto mais concreta for a sugestão, mais fácil será para o RH avaliar custos, modelo de implantação e aderência ao pacote atual.

Afinal, vale-viagem ou vale-turismo?

Os dois termos podem identificar benefícios semelhantes, e a escolha do nome não deve ocupar mais espaço do que a avaliação do formato.

Para empresas que buscam adesão ampla, liberdade de uso e facilidade de gestão, um benefício corporativo flexível de viagens a lazer costuma ser a opção mais interessante. Ele atende diferentes perfis e pode ser utilizado tanto em viagens nacionais quanto internacionais, conforme as condições contratadas.

Já um programa restrito ao turismo nacional pode fazer sentido em campanhas específicas ou em organizações que desejam direcionar o benefício para destinos brasileiros.

Em qualquer cenário, o RH deve verificar regras, custos, serviços disponíveis, suporte, segurança jurídica e capacidade de acompanhamento. Promessas de incentivos fiscais relacionados ao Vale Turismo exigem atenção especial, pois o projeto que criaria essa modalidade legal ainda não foi aprovado.

Leve a Onhappy para a sua empresa

A Onhappy reúne descontos em passagens e hospedagens, liberdade de escolha, facilidades de pagamento, suporte ao viajante e ferramentas de gestão para o RH.

Assim, a empresa oferece um benefício ligado a bem-estar e qualidade de vida sem criar mais uma operação manual para administrar.

Conheça a Onhappy e fale com a equipe para levar o benefício corporativo de viagens a lazer aos seus colaboradores.

Perguntas sobre vale-viagem e vale-turismo (FAQ)

Vale-viagem e vale-turismo são benefícios obrigatórios?

Não. Atualmente, eles são benefícios voluntários oferecidos pelas empresas. A organização define critérios de elegibilidade, valores, regras e formato de utilização.

Existe uma lei do vale-turismo?

Há o Projeto de Lei nº 4.537/2021, que propõe a criação do Vale Turismo e do Programa Conhecendo o Brasil. Entretanto, a proposta ainda está em tramitação e não corresponde a uma lei vigente.

O benefício pode ser usado para comprar passagem aérea?

Depende da solução contratada. Na Onhappy, os colaboradores podem pesquisar e reservar passagens aéreas pela plataforma, além de acessar opções de hospedagem.

A empresa precisa pagar toda a viagem?

Não. O benefício pode oferecer créditos, subsídios, descontos ou apenas acesso a condições exclusivas. O colaborador pode complementar o valor conforme as regras do programa.

O colaborador pode viajar com a família?

Isso varia de acordo com o fornecedor. Na Onhappy, o usuário tem liberdade para escolher quem levar, o que permite organizar viagens com familiares, amigos ou outras pessoas.

O vale-viagem pode ser usado como premiação?

Sim, desde que a empresa estruture critérios claros e avalie o tratamento jurídico, trabalhista, tributário e contábil da concessão.

Como o RH acompanha a utilização do benefício?

Plataformas especializadas podem oferecer relatórios de adesão, utilização, créditos e economia. A Onhappy disponibiliza um dashboard administrativo para acompanhar a gestão do benefício.

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